"..rosas se abrindo, se despedalando no chão
este amor que me envenena, mas todo amor sempre vale a pena. Desfalecer de prazer, morrer de dor, tanto faz, eu quero é mais amor..
quem não viu e nem provou, não viveu, nunca amou..
se a vida é curta e o mundo é pequeno, vou vivendo morrendo de amor, aaaa.. gostoso veneno."
"devagar, esquece o tempo lá de fora, devagar, esqueça a rima que for cara..escute o que vou lhe dizer, um minuto de sua atenção, com minha dor não se brinca, já disse que não..
devagar, teu santo é de barro e flor te secou, já não tens tantas verdades pra dizer, nem tampouco mais maldades pra fazer...e se a dor é de saudade, e a saudade é de matar...em meu peito a novidade, vai enfim me libertar.."
"há quem sambe muito bem, há quem sambe por gostar, há quem sambe por ver os outros sambar, mas eu não sambo para copiar ninguém, eu sambo mesmo ..."
" é uma pena, mas vc não vale a pena,
sobrou meu velho vício de sonhar...pagar pra ver o invisível e depois enxergar, que é uma pena, mas vc não vale a pena...não vale uma fisgada dessa dor.., não cabe como rima de um poema...
mas vai e vem...e me envenena e me condena.... o meu corpo....
de repente cai o níveeeel....e eu me sinto uma imbecil....repetindo repetindo...como num disco riscado...o velho texto batido...dos amantes....
é pra não ter recaída, que não me deixo esquecer, que é uma pena, mas vc não vale a pena..."
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
Saber manejar o guidom.
E agora estou eu, aqui, mais uma vez a passar todos os meus pensamentos na torcida para que sejam conexos e que possibilitem maior clareza, que é o meu objetivo principal, sem contar claro, com o prazer de escrever, independente do que ele possa vir a representar ou não.
Hoje falo sobre sentimento, sobre o ser humano e suas manias. Como uma dor pode mudar um comportamento para sempre...? Como aprendemos tanto quando sofremos e superamos..? A ponto de conseguirmos enxergar um horizonte sem muros, sem estradas tão tortuosas daquelas que seriam capazes de nos parar..
Tomamos atitudes embalados pelo que vivemos e aprendemos. A evolução constante advinda da dor, que explode as vezes sem avisar e tem de ser enfrentada, quer queiramos ou não. A ausência de poder sobre a dor que sentimos é um dos fatores que nos fazem temê-la. É loucura pensar que ao tempo em que sofremos, galgamos passos largos ao encontro - dentro de nós - de alguém melhor.
Duas pessoas se encontram e, transformadas pela evolução que o tempo nos concede, cada uma com sua história ao mesmo tempo deliciosa e traumática, misturam sensações e desejo, rejeição.
As experiências por que passaram, que fizeram ser quem são hoje e pensar como, batem de frente e na mais alta consciência racional, deixando de lado o sentimento que as envolvem, usando das reflexões advindas dos tempos em que aprenderam sofrendo, elas se separam.
Se separam para não incidirem no mesmo erro, aquele velho e conhecido erro de tentar demais.
O vício do sentimento, da paixão.
Aquele que não as deixa pensar, que as impulsiona para ficarem juntas, seja como for.
O sentimento mascarando as insatisfações por puro e simples egoísmo. A outra face da paixão.
Trava-se uma luta difícil, veemente conhecida, entre esses dois mundos que enxergam e agem de forma totalmente diferente...o impulso, o querer e a razão, a sabedoria.
Existem pessoas que nunca vão mudar, pelo simples fato de não quererem ou não perceberem o quanto algumas atitudes ou a ausência delas podem lhe prejudicar ou a terceiros.
Existem pessoas que aprenderam a se preservar quando deparam com tais, pois entendem que não podem querer mudar ninguém.
Tem umas que sabem o que não querem mas não possuem a mínima idéia do que querem.
Tudo se perfaz no encontro. Encontro de gostos, almas, sorrisos, olhares, caminhos, pensamentos e sonhos, no encontro do corpo.
No fim, é tudo mais simples do que imaginamos. O problema é que cismamos em complicar o óbvio.
E aí quando um não complica, o outro tá ali para fazer o papel.
Porque somos tão problemáticos? O ponto crucial se consubstancia em como daremos vida às nossas experiências que foram transformadas em aprendizado.
E em perceber isso. . .
Saber manejar o guidom.
Hoje falo sobre sentimento, sobre o ser humano e suas manias. Como uma dor pode mudar um comportamento para sempre...? Como aprendemos tanto quando sofremos e superamos..? A ponto de conseguirmos enxergar um horizonte sem muros, sem estradas tão tortuosas daquelas que seriam capazes de nos parar..
Tomamos atitudes embalados pelo que vivemos e aprendemos. A evolução constante advinda da dor, que explode as vezes sem avisar e tem de ser enfrentada, quer queiramos ou não. A ausência de poder sobre a dor que sentimos é um dos fatores que nos fazem temê-la. É loucura pensar que ao tempo em que sofremos, galgamos passos largos ao encontro - dentro de nós - de alguém melhor.
Duas pessoas se encontram e, transformadas pela evolução que o tempo nos concede, cada uma com sua história ao mesmo tempo deliciosa e traumática, misturam sensações e desejo, rejeição.
As experiências por que passaram, que fizeram ser quem são hoje e pensar como, batem de frente e na mais alta consciência racional, deixando de lado o sentimento que as envolvem, usando das reflexões advindas dos tempos em que aprenderam sofrendo, elas se separam.
Se separam para não incidirem no mesmo erro, aquele velho e conhecido erro de tentar demais.
O vício do sentimento, da paixão.
Aquele que não as deixa pensar, que as impulsiona para ficarem juntas, seja como for.
O sentimento mascarando as insatisfações por puro e simples egoísmo. A outra face da paixão.
Trava-se uma luta difícil, veemente conhecida, entre esses dois mundos que enxergam e agem de forma totalmente diferente...o impulso, o querer e a razão, a sabedoria.
Existem pessoas que nunca vão mudar, pelo simples fato de não quererem ou não perceberem o quanto algumas atitudes ou a ausência delas podem lhe prejudicar ou a terceiros.
Existem pessoas que aprenderam a se preservar quando deparam com tais, pois entendem que não podem querer mudar ninguém.
Tem umas que sabem o que não querem mas não possuem a mínima idéia do que querem.
Tudo se perfaz no encontro. Encontro de gostos, almas, sorrisos, olhares, caminhos, pensamentos e sonhos, no encontro do corpo.
No fim, é tudo mais simples do que imaginamos. O problema é que cismamos em complicar o óbvio.
E aí quando um não complica, o outro tá ali para fazer o papel.
Porque somos tão problemáticos? O ponto crucial se consubstancia em como daremos vida às nossas experiências que foram transformadas em aprendizado.
E em perceber isso. . .
Saber manejar o guidom.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
De volta..
Esse vai e volta nos cansa tanto, que a gente tende a aceitá-lo, porque não tem saída. Se não voltarmos ao ciclo estaremos condenados a ficar a margem de muitas coisas que sonhamos. Isso também engloba a paixão. Ficamos um tempo parados e de repente voltamos ao jogo da vida, das relações humanas, do querer e não poder, do dizer, interpretar, do limite e da expressão.Pois, então digo, que, (juro que foi sem querer...aconteceu!), estou de volta.
domingo, 3 de maio de 2009
Não matem o amor!
Eu quero uma paixão que me doa o coração e me faça sentir o prazer da troca de olhares e da sinceridade de um amor novo. E quero me doar sem medo e trocar sabedoria e virtude, ângulos e pureza. Quero poder sentir o que há tempos não tenho. Sou antiga, da época em que havia romantismo, será que ainda tenho direito de ser assim? Tentam simplificar o amor de tal forma que chegam a ponto de quase assassiná-lo. Se já não o fizeram...admito, eu contribuí para a sua extinção, embalada pelos falsos sentimentos momentâneos de realização e prazer. Mas quem realmente já viveu um amor verdadeiro, sabe da impossibilidade de confundí-lo com outro sentimento e, muito menos, de substituí-lo, ignorando a sua existência.
Eu vou repetir! Talvez se eu falar mais alto alguma relíquia me escute e venha para perto de mim...Eu quero um amor! ... (eu só quero um encaixe, não precisa ser perfeito, um bom defeito tem lá seu charme...ah se tem - digo, um defeito que seja aceitável dentro da minha concepção de homem..é....eu confesso...sou exigente, mas ora, é natural, não tenho culpa se não me interesso pelos milhares de homens sem graça que existem por aí. Um homem precisa ter cheiro masculino, olhar que te absorve, sorriso que te convida, defeito aparente, pegada e não só isso..., precisa ser engraçado, educado, inteligente, criativo, sensível, ser companheiro, ser livre e louco como eu, amar música, entender o valor de um verso, ser seguro e saber refletir sobre si mesmo, e valorizar a troca de idéias, não ter a mente fechada, saber evoluir e aprender com os outros e com si mesmo...enfim...
espero que não esteja esperando uma idealização... AINDA acredito que não!
Eu vou repetir! Talvez se eu falar mais alto alguma relíquia me escute e venha para perto de mim...Eu quero um amor! ... (eu só quero um encaixe, não precisa ser perfeito, um bom defeito tem lá seu charme...ah se tem - digo, um defeito que seja aceitável dentro da minha concepção de homem..é....eu confesso...sou exigente, mas ora, é natural, não tenho culpa se não me interesso pelos milhares de homens sem graça que existem por aí. Um homem precisa ter cheiro masculino, olhar que te absorve, sorriso que te convida, defeito aparente, pegada e não só isso..., precisa ser engraçado, educado, inteligente, criativo, sensível, ser companheiro, ser livre e louco como eu, amar música, entender o valor de um verso, ser seguro e saber refletir sobre si mesmo, e valorizar a troca de idéias, não ter a mente fechada, saber evoluir e aprender com os outros e com si mesmo...enfim...
espero que não esteja esperando uma idealização... AINDA acredito que não!
domingo, 21 de dezembro de 2008
Tanto faz.
Pensei que tanto fazia. Tanto fazia viver aquilo ou não.Eu acabara de perceber que não fazia mais sentido para mim.Talvez tivesse sido uma fase, uma maneira de desapegar de outro, sem cair no sofrimento, ou talvez tivesse sido um gostar desesperador verdadeiro que não chegou a lugar nenhum. Enfim, não tinha a menor idéia do que era, mas sabia que não queria mais. O que sentia já não me estremecia, já não me tirava do sério.Eu era simplesmente a mesma pessoa, sem nenhuma influência emocional, dominando meu coração.Venci.Pensei que estava conseguindo ficar boa na arte do equilíbrio, de saber fazer o que se acha certo e não ir contra minhas razões pelo simples querer, obedecer a impulsividade...
Me recoloquei, disse, como se dissesse para um espelho, sem medo, sem nenhum tipo de receio, e vi outro olhar, outras palavras.Sempre acreditei no poder da sinceridade, porque não há motivos para fingir o que não acontece, ser quem não se é.Disseram hoje ao jantar: "a gente precisa da confirmação do outro para ter uma opinião própria.É a partir do outro que refletimos sobre nós, é a partir da colocação alheia."Decidi que não quero ser confirmação de ninguém.Quero pessoas ao meu lado sabidas de si.Que consigam afirmar quem são e sejam próprio ídolo.Nada nem ninguém tem o poder de manipular nossos pensamentos.Não gosto, e não vou fazer a imagem de ninguém. Pessoas procuram por cada vez mais confirmações da imagem que querem passar, elas precisam, são infinitamente inseguras. Se escondem atrás de um perfil que poucos conhecem, talvez nem elas mesmas percebam, o que é provável.
Resolvi que não era mais para ser, pois ali não se chegaria a lugar nenhum.Cultivar algo sem futuro, mesmo que seja um futuro diferente, louco, não tem a menor graça.Cansa.Foi aí que caí em si e resolvi parar.
Me recoloquei, disse, como se dissesse para um espelho, sem medo, sem nenhum tipo de receio, e vi outro olhar, outras palavras.Sempre acreditei no poder da sinceridade, porque não há motivos para fingir o que não acontece, ser quem não se é.Disseram hoje ao jantar: "a gente precisa da confirmação do outro para ter uma opinião própria.É a partir do outro que refletimos sobre nós, é a partir da colocação alheia."Decidi que não quero ser confirmação de ninguém.Quero pessoas ao meu lado sabidas de si.Que consigam afirmar quem são e sejam próprio ídolo.Nada nem ninguém tem o poder de manipular nossos pensamentos.Não gosto, e não vou fazer a imagem de ninguém. Pessoas procuram por cada vez mais confirmações da imagem que querem passar, elas precisam, são infinitamente inseguras. Se escondem atrás de um perfil que poucos conhecem, talvez nem elas mesmas percebam, o que é provável.
Resolvi que não era mais para ser, pois ali não se chegaria a lugar nenhum.Cultivar algo sem futuro, mesmo que seja um futuro diferente, louco, não tem a menor graça.Cansa.Foi aí que caí em si e resolvi parar.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Delírios
Meu corpo se revolta e pede mais. Se contrai e nada quer. Delírios.
Quando se sente intensamente algo, seu corpo e sua alma se doam como se fosse o último momento do momentos que poderiam vir.Isso. Possibilidades.Ansiedade. Oportunidades. Juventude e o querer. O que tanto queremos?
O que tanto buscamos? Momentos de grande felicidade nos viciam a tal ponto que esperamos mais e mais por eles.Enquanto vamos vivendo, adquirimos tantas experiências e convivemos com tantas pessoas diferentes, que sugamos sem querer sugar, e doamos, sem querer doar energia, dor, alegria e diversas sensações que simplesmente saem de nós.O outro. Que poder tem este outro? Ser capaz de mudar nosso humor, nossa impressão sobre certos aspectos e como respiraremos a partir daquele momento de encontro (ou desencontro). Pele. Porque somos bichos e temos pele. Encostar. Sentir. Memória que não nos deixa em paz, cheiro, risada, como não lembrar? Enfim...
Existem pessoas que passam em nossas vidas que simplesmente não há o que fazer. Marcarão para sempre.
Corre-corre do corpo atrás do sentimento, que diz, não querer. Mas, na maioria das vezes o corpo se corrompe e deixa levar. Ele não quer nada demais, só voltar a ter aquela sensação que teve antes.Vício? Não, desejo.
O poder das palavras não ditas, das expressões não feitas, das atitudes não tomadas.Ah, que poder..capaz de revirar estômagos e criar imaginações infinitas.
Esse viver de emoções me anima, me dá ar, me dá mais vontade de estar aqui para ver qual será o próximo capítulo dessa novela real.
Que delícia é desfrutar de tudo isso.
Quando se sente intensamente algo, seu corpo e sua alma se doam como se fosse o último momento do momentos que poderiam vir.Isso. Possibilidades.Ansiedade. Oportunidades. Juventude e o querer. O que tanto queremos?
O que tanto buscamos? Momentos de grande felicidade nos viciam a tal ponto que esperamos mais e mais por eles.Enquanto vamos vivendo, adquirimos tantas experiências e convivemos com tantas pessoas diferentes, que sugamos sem querer sugar, e doamos, sem querer doar energia, dor, alegria e diversas sensações que simplesmente saem de nós.O outro. Que poder tem este outro? Ser capaz de mudar nosso humor, nossa impressão sobre certos aspectos e como respiraremos a partir daquele momento de encontro (ou desencontro). Pele. Porque somos bichos e temos pele. Encostar. Sentir. Memória que não nos deixa em paz, cheiro, risada, como não lembrar? Enfim...
Existem pessoas que passam em nossas vidas que simplesmente não há o que fazer. Marcarão para sempre.
Corre-corre do corpo atrás do sentimento, que diz, não querer. Mas, na maioria das vezes o corpo se corrompe e deixa levar. Ele não quer nada demais, só voltar a ter aquela sensação que teve antes.Vício? Não, desejo.
O poder das palavras não ditas, das expressões não feitas, das atitudes não tomadas.Ah, que poder..capaz de revirar estômagos e criar imaginações infinitas.
Esse viver de emoções me anima, me dá ar, me dá mais vontade de estar aqui para ver qual será o próximo capítulo dessa novela real.
Que delícia é desfrutar de tudo isso.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Vai ou não vai?
Esse lenga-lenga dessa vida de gente normal me estressa. Ando por aí, vendo tanta coisa absurda, ouvindo tanta coisa, que ao mesmo tempo, penso. Equilíbrio, Priscilla, equilíbrio. Pois é. Eu falo comigo mesma e com certeza vc também já falou.Mas o que eu quero tentar dizer aqui é a minha decepção com a juventude de hoje em dia, tudo bem que tô parecendo uma velha dissertando, mas é de se pasmar.
A situação tá caótica. As pessoas que querem liberdade, quando a possuem, não usufruem de forma...(não diria correta, pois não há quem possa saber qual seja), mas diria leal. Isso. Lealdade com o verdadeiro significado da liberdade. Porque as pessoas insistem em mentir ou falar além da verdade? Falar palavras, agir de forma que sabem não ser verdadeira. Ora, se são livres, se escolheram não ter compromissos com ninguém, viver a vida dessa maneira, o melhor que têm a fazer é ser verdadeiro, é exercer sua liberdade de fazer e falar o que quiser, mas porque não ser leal com esta liberdade? Porque a usufruir mentindo? Ou se omitindo em vez de colocar "pratos limpos". (vovó total).
Se é justamente o que se quer, quando estamos livres, sem nenhum tipo de compromisso, e estamos afim somente de...de NADA (hahaha), porque não fazemos e falamos só o que realmente sentimos? Pra quê e de onde vem a necessidade do ser humano de tentar ser melhor do que o outro, ou de tentar ficar por cima em uma relação? Isso para mim, não faz nenhum sentido. E, caros, quero deixar claro aqui, que isso não é somente um desabafo (porque claro que conheço pessoas assim), mas também um assunto corriqueiro, sempre ando ouvindo histórias por aí. Quando as pessoas descobrirem que bom mesmo é sentir o prazer de dizer a verdade, seja ela qual for, e não enganar alguém (ou simplesmente iludir), aí estarão exercendo a própria libertação.
Quando vc diz não para alguém, está sendo livre, assim como quando diz sim. Quando vc não age com uma pessoa além do que sente, quando vc não fala à ela mais do que realmente pensa, está sendo livre. Sendo justo com vc e com ela.
O problema é que as pessoas são tão egoístas que acabam fazendo mal a si mesmo, pois não percebem a delícia que é ser livre de verdade.Continuemos exercendo então a nossa, já que o máximo que podemos fazer pelos outros, é falar.(escrever).
A situação tá caótica. As pessoas que querem liberdade, quando a possuem, não usufruem de forma...(não diria correta, pois não há quem possa saber qual seja), mas diria leal. Isso. Lealdade com o verdadeiro significado da liberdade. Porque as pessoas insistem em mentir ou falar além da verdade? Falar palavras, agir de forma que sabem não ser verdadeira. Ora, se são livres, se escolheram não ter compromissos com ninguém, viver a vida dessa maneira, o melhor que têm a fazer é ser verdadeiro, é exercer sua liberdade de fazer e falar o que quiser, mas porque não ser leal com esta liberdade? Porque a usufruir mentindo? Ou se omitindo em vez de colocar "pratos limpos". (vovó total).
Se é justamente o que se quer, quando estamos livres, sem nenhum tipo de compromisso, e estamos afim somente de...de NADA (hahaha), porque não fazemos e falamos só o que realmente sentimos? Pra quê e de onde vem a necessidade do ser humano de tentar ser melhor do que o outro, ou de tentar ficar por cima em uma relação? Isso para mim, não faz nenhum sentido. E, caros, quero deixar claro aqui, que isso não é somente um desabafo (porque claro que conheço pessoas assim), mas também um assunto corriqueiro, sempre ando ouvindo histórias por aí. Quando as pessoas descobrirem que bom mesmo é sentir o prazer de dizer a verdade, seja ela qual for, e não enganar alguém (ou simplesmente iludir), aí estarão exercendo a própria libertação.
Quando vc diz não para alguém, está sendo livre, assim como quando diz sim. Quando vc não age com uma pessoa além do que sente, quando vc não fala à ela mais do que realmente pensa, está sendo livre. Sendo justo com vc e com ela.
O problema é que as pessoas são tão egoístas que acabam fazendo mal a si mesmo, pois não percebem a delícia que é ser livre de verdade.Continuemos exercendo então a nossa, já que o máximo que podemos fazer pelos outros, é falar.(escrever).
Assinar:
Postagens (Atom)
